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  GNL - Novidades Tecnológicas
  Autor/Fonte: Assessoria de Comunicação Rolls-Royce
  Data: 18/06/2013

    Rolls-Royce entrega sua primeira embarcação ecológ


A Rolls-Royce realizou a entrega de sua primeira embarcação do conceito Environship. O navio projetado pelo Grupo é capaz de reduzir em 40% as emissões de dióxido de carbono (CO2) no meio ambiente, quando comparado a outros navios similares movidos a diesel. Isso é possível graças à combinação de tecnologia de ponta, que inclui uma proa do tipo “wave piercing” (que perfura ondas) e um motor movido a gás natural.

A primeira embarcação do conceito Environship, batizada de Eidsvaag Pioner, foi entregue à companhia norueguesa Eidsvaag AS. Em pouco tempo, deverá entrar em serviço na costa da Noruega, garantindo que peixes de fazendas produtoras da região sejam alimentados durante todo o ano.

O conceito Environship, que poderá ser adaptado para diferentes tipos de embarcações, incorpora uma gama de tecnologias responsáveis por reduzir impactos ambientais e, ao mesmo tempo, garantir ganho de eficiência.

O presidente da Rolls-Royce na América do Sul, Francisco Itzaina, comemorou a entrega da primeira embarcação. “O que antes era um conceito acaba de virar realidade. Acreditamos firmemente que a única maneira de reduzir de forma significativa as emissões e o custo de combustível é a combinação de diversas tecnologias inovadoras em um só navio. O Environship faz exatamente isso: reúne tecnologias complementares, como parte de um sistema de propulsão altamente eficiente”, afirmou o executivo. “Gostaríamos também de felicitar o estaleiro Vard Aukra e o nosso cliente Eidsvaag AS pelo êxito dessa entrega. Estamos ansiosos para monitorar o desempenho de Eidsvaag Pioner em serviço”, acrescentou.

O gerente de operações da Eidsvaag AS, Vidar Eidsvaag, afirmou que a companhia está ansiosa para colocar a nova embarcação em serviço. “É grande nossa expectativa em relação ao design e aos equipamentos que serão utilizados. Esperamos que o navio ecológico nos ajude a enfrentar os desafios que teremos para o futuro”, assinalou.

Entre as tecnologias usadas no conceito estão um motor Bergen, movido a gás natural liquefeito (GNL); sistema de propulsão Promas, que combina hélice e leme; eixo gerador híbrido, para otimizar o uso de energia; além de uma proa do tipo “wave piercing” (que perfura ondas).  

Características do Environship:

1. No início do ano, a embarcação recebeu o prêmio “Tecnologia Verde em Navios”, na Alemanha. Dois anos antes, o projeto havia sido premiado na Noruega, durante a feira Nor-Shipping.

2. O primeiro de outros dois navios de carga que também utilizam o conceito está, atualmente, em construção na China. Ambas as embarcações foram encomendadas pela companhia norueguesa Nor Lines. Navios do conceito voltados para o transporte de passageiros também estão em fase de desenvolvimento.

3. O motor Bergen B-Series da Rolls-Royce, utilizado na embarcação, é movido a gás e capaz de emitir cerca de 17% a menos de gás carbônico do que um motor a diesel.

4. O uso de motores a gás também significa que emissões de óxido de nitrogênio são reduzidas em cerca de 90%, enquanto as emissões de óxido de enxofre chegam a ser insignificantes.

5. Tais percentuais de emissões já se encontram dentro dos limites estabelecidos pela legislação da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês), prevista para entrar em vigor em 2016.

6. O sistema de propulsão Promas da Rolls-Royce é um sistema integrado que, ao combinar hélice e leme, é capaz de aumentar a eficiência da embarcação em até 8%.

7. O formato de proa projetada para o navio permite manutenção de velocidade mesmo em mares revoltos. Com isso, é garantido aos operadores o cumprimento de cronogramas de transporte sem a necessidade de queima adicional de combustível para que o tempo perdido fosse, então compensado.

Fonte: Assessoria de Comunicação Rolls-Royce, junho/13

 

Navios brasileiros não correm mais risco de rejeição no exterior

Os navios brasileiros não correm mais o risco de terem sua chegada vetada em portos internacionais, como ocorria desde o início do ano. Essa possibilidade existia por conta do atraso do governo brasileiro em ratificar no Congresso regras internacionais para controle de emissões de gases de efeito estufa pelas embarcações. A solução da questão não se deu pela aprovação da medida no país, necessária para nacionalizar a norma internacional, mas pela aceitação da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês) de que pareceres emitidos por sociedades classificadoras privadas poderão servir para atestar que os navios se adaptaram às exigências que passaram a vigorar em janeiro.

Em abril, reportagem do Globo havia demonstrado esse risco de as embarcações do Brasil terem sua chegada rejeitada no exterior, por falta de cumprimento da previsão da IMO. Os portos internacionais têm autonomia para barrar os navios que emitam mais gases. Cerca de 70 países haviam decidido junto à IMO pela meta de redução de até 30% das emissões atá 2024 a partir de navios (responsáveis por cerca de 3% das emissões totais no mundo). O Brasil e outros países em desenvolvimento, porém, relutaram em aderir à medida, por considerarem que ela restringia a concorrência do setor.

Segundo o Ministério de Re

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