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  Produção - Novidades Tecnológicas
  Autor/Fonte: Gas Natural Fenosa
  Data: 06/09/2013

    Gas Natural Fenosa e Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Sorocaba realizam encontro sobre climatização a gás natural


O uso da tecnologia a gás natural, comparada aos sistemas elétricos, traz significativa economia operacional, proporcionando redução de custo da ordem de 30% a 50%

O número de empreendimentos que contam com climatização a gás natural tem crescido consideravelmente no Brasil. Esta demanda tem feito com que o gás natural seja reconhecido por especialistas do setor como a fonte de energia mais eficaz para atender grandes áreas úteis.

Pensando nisso, a Gas Natural Fenosa promoveu em 28/08/2013, um encontro para discutir o tema, em parceria com a Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Sorocaba (AEAS). Na ocasião, Eduardo de Moraes, diretor de desenvolvimento da EMX Energy Management & Technologies, empresa de engenharia orientada para o desenvolvimento de projetos nas áreas de geração, cogeração de energia, sistemas de climatização e utilidades, parceira da Gas Natural Fenosa, falou sobre “climatização - mais eficiência para o seu projeto”.  Formado em engenharia mecânica, com MBA em gestão e finanças pela FGV, Eduardo possui mais de 20 anos de experiência no mercado de energia, com amplo conhecimento em questões regulatórias, gestão de negócios e técnica.

Vantagens da climatização a gás natural

Os sistemas de climatização são importantes consumidores de energia.  Segundo estimativas, correspondem à demanda equivalente de uma usina de Itaipu no mês de janeiro, quando, historicamente, se atinge o pico.

O Japão, por exemplo, preocupado com as altas demandas de energia elétrica desde a década de 80, iniciou um programa de incentivo às empresas de climatização, para que desenvolvessem equipamentos que reduzissem a demanda de energia elétrica. Nesse período, houve uma grande expansão de tecnologias, como equipamentos de absorção, e iniciaram-se os primeiros equipamentos denominados GHP (Gas Heat Pump), que nada mais são que sistemas VRV (volume de refrigerante variável) acionados por motor a combustão, geralmente a gás natural. Em virtude do sucesso destas tecnologias, outros países, como Coréia do Sul e China, iniciaram seus projetos e passaram, também, a comercializar seus produtos em todo o mundo.

De acordo com Moraes, da EMX, sob o aspecto estratégico do planejamento energético de um país, a utilização de sistemas de climatização a  gás natural traz um enorme benefício para a matriz energética. “Temos que entender que a produção do frio, através do uso de energia elétrica, é um processo de baixíssima eficiência energética. A energia no Brasil, por exemplo, possui, desde a geração até o consumo,  eficiência da ordem de 16% a 30%, dependendo da região, que, combinada à eficiência dos sistemas de climatização elétricos, alcança índices médios de 0,72 (COP Global). Além disso, a demanda para acionamento dos equipamentos cresce em período de maior vulnerabilidade do sistema elétrico, que é o Verão”, destaca.

Há que se considerar, ainda, pontua o especialista, o alto investimento em geração, transmissão e distribuição que o país realiza para acionar estes sistemas em sua plena demanda, durante poucos meses do ano (1MMTR - tonelada de refrigeração ou 12.000 Btu/h), o que equivale a cerca de 1.200 MW e investimentos da ordem de R$ 2 bilhões.  

Já por meio do uso de sistemas de climatização a gás natural, a tecnologia de pior eficiência disponível no mercado é 30% mais eficiente. E, com os sistemas do tipo GHP, é possível alcançar índices globais da ordem de 2. Além disso, para se acionar estes equipamentos, o investimento necessário não chega a 20% daqueles demandados em rede de transmissão.

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