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  Produção - Novidades Tecnológicas
  Autor/Fonte: Newsletter CanalEnergia
  Data: 15/01/2014

    Gaseificação do carvão pode ser alternativa para geração de energia


CRM envia proposta de projeto de P&D à Seinfra e visa gaseificar carvão para gerar eletricidade, combustíveis e fertilizantes

Um projeto de P&D da Companhia Riograndense de Mineração visa pesquisar a gaseificação do carvão da região de Candiota, no Rio Grande do Sul. O documento que propõe a iniciativa foi entregue em 7 de janeiro de 2014, à Secretaria de Infraestrutura e Logística do estado. Com um investimento previsto entre R$ 200 e R$ 400 mil, o objetivo do projeto é apontar novos rumos à produção do mineral e abrir novas possibilidades a um retorno econômico e social em termos de energia limpa e economicamente viável.

De acordo com o presidente da CRM, Elifas Simas, a tecnologia de gaseificação vem crescendo no mundo de forma vertiginosa nos últimos dois anos. "Com isso, nós estamos propondo ao governo que tenhamos nos próximos dias a possibilidade de começar a estudar os aspectos técnicos do carvão de Candiota para a geração de gás de síntese através da gaseificação", explicou o executivo.

Com o processo de gaseificação, será possível transformar o carvão em gás que pode ser convertido em eletricidade, combustíveis e fertilizantes. "Nosso objetivo é aproveitar o carvão gaúcho pra gerar gás, e do gás gerar energia com uma situação ambiental de melhor qualidade, e, além disso, chegando-se ao gás de síntese, nós poderíamos produzir fertilizantes, produzir metanol e todos os outros componentes que a petroquímica produz", comentou Simas.

Para a produção de energia, o executivo explica que o sucesso da pesquisa pode levar a uma nova usina térmica, "só que ao invés da queima direta do carvão, nós podemos ter uma usina a gás de carvão, ou seja, com uma melhor qualidade ambiental". Para a construção de uma nova usina, o valor estimado de investimento é de R$ 1 bilhão.

Com o processo e os menores custos operacionais demandados, será possível ter uma matéria prima convertida em produtos de alto valor agregado, tais como enxofre e ácido sulfúrico, que são comercialmente viáveis. "Em uma viagem a China pudemos conversar com diversas empresas que tem interesse em vir para o Brasil para produzir energia através do carvão. Por isso não podemos manter essa riqueza no solo, porque, apesar da abundância de carvão que temos no Brasil, ele só vale para nós quando está gerando empregos, renda e desenvolvimento", concluiu Simas.

Fonte: Tatiana Resende, Newsletter CanalEnergia, janeiro/14


 

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