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  Distribuição - Entrevistas
  Entrevistado: Bruno Armbrust, CEG
  Data: 22/05/2014

    ‘Não há política de longo prazo para o gás’, diz presidente da CEG


A capacidade de crescimento da CEG, distribuidora de gás canalizado no Estado do Rio, está limitada a 5% até 2020. Bruno Armbrust, presidente da empresa, diz que política de preço inibe investimentos

Qual é a capacidade de crescimento de oferta de gás da CEG?

Temos três concessões. Ceg, Ceg Rio e a São Paulo Sul (cidades do interior). Tenho contrato de fornecimento de gás com cada uma das distribuidoras e acordo global entre elas, que me permite remanejar o gás. Estou com consumo médio por dia de 8,5 milhões de metros cúbicos. Até 2019, tenho crescimento da ordem de 5% de oferta, que vai até 10 milhões de metros cúbicos/dia. Tenho 1,5 milhão para crescer. Esse é o volume de gás firme. Esses contratos vão até 2019. A Petrobras, por estratégia, fez coincidir a finalização dos contratos de gás nacional, pois é o ano que finaliza os contratos com o gás da Bolívia.

A política de preços dificulta a atração de novas indústrias?

O preço do gás da Bolivia está na ordem de US$ 10,50 por milhão de BTU. E o preço do gás nacional, sem desconto, é de US$ 13,50. E, com desconto, é da ordem de US$ 8,50. Essa é uma preocupação do setor, que em algum momento a Petrobras possa começar a fazer, embora não tenha sinalizado, redução progressiva no desconto. Tive um caso de uma indústria que queria investir num projeto de cogeração. E a dificuldade era essa. Como ela ia calcular a taxa de retorno de investimento sem saber que competitividade teria? Ela não sabia quanto tempo o preço iria continuar. A preocupação do setor que compra gás nacional é a questão do preço do longo prazo. Não ter uma garantia de que esse preço vai continuar até 2019 inviabiliza alguns investimentos.

Essa é a maior preocupação?

A maior preocupação é preço. Se já existe preocupação grande da indústria que está instalada e consumindo, há preocupação maior no sentido de fechar a atração de uma nova indústria.

Com o aumento de produção de óleo e gás para os próximos anos, é preciso criar mercado consumidor?

Não dá para ter um choque de oferta e não ter gasoduto e não ter indústria para consumir. Tem que ser um plano integrado. A Petrobras teria que planejar a expansão da malha de dutos e indicar para as distribuidoras: “vou ter excedente de gás e a minha política no longo prazo é esta”. O setor industrial está ultradependente do que acontecerá

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