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  Geral - Entrevistas
  Entrevistado: José Carlos Pinto, COPPE/UFRJ
  Data: 02/12/2015

    Parque Tecnológico da UFRJ mantém foco em óleo e gás


O professor da Coppe-UFRJ, José Carlos Pinto, assumiu em novembro de 2015 a direção executiva do Parque Tecnológico da UFRJ, substituindo Maurício Guedes, que ficou dez anos à frente do empreendimento. Em entrevista, o acadêmico afirma que o setor de óleo e gás continuará a ser prioritário para o parque e que, apesar do barril em baixa, não há perspectiva de retração dos investimentos no local. “A redução das margens de lucro na indústria (...) é também um motivador para a pesquisa. Parte de nossa obrigação é viabilizar a exploração e produção no pré-sal”, comenta Pinto. 

José Carlos Pinto, novo diretor do Parque Tecnológico da UFRJ ( Divulgação )

 

Quais os objetivos da nova gestão?

A área de óleo e gás continuará a ser prioritária para o Parque porque é prioritária para a UFRJ e para a cidade e estado do Rio. Nosso objetivo de diversificar as atividades do parque não se dará em detrimento da área de óleo e gás. Uma das metas é adensar a quantidade de pequenas e médias empresas (PMEs) na região. São raros os lugares do mundo onde podemos encontrar tantas empresas de grande porte como aqui. E elas e a própria UFRJ precisam do apoio de PMEs com idéias revolucionárias e que tenham condições de tornar o ambiente tecnológico mais criativo e ágil.

Há um edital em andamento para o ingresso de novas PMEs...

Já apareceram quatro empresas interessadas, algumas na área de óleo e gás. A universidade também está discutindo de que maneira o parque pode fortalecer os laços institucionais com a Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ, que está dentro da área do parque. Entendemos que a formação de startups é muito importante para alimentar o setor de óleo e gás.  Outra ação importante se refere aos espaços de co-working para trabalhos colaborativos. Vamos abrir um espaço no parque para esse tipo de empreendimento, disponível para empresas que ainda não têm musculatura para ocupar áreas em outras áreas da cidade.

O Edital também contempla a categoria de empresas “pós-incubadas”. Como funcionará isso?

Quando chega ao fim o período de graduação, nem toda empresa está suficientemente madura para viver longe do ambiente universitário, primeiro porque muitas delas têm ligações estreitas com os laboratórios da universidade; segundo porque muitas também têm interagido com as empresas que estão se instalando no parque e no entorno da UFRJ. Então é importante manter esses laços para que o futuro dessas empresas não seja comprometido por falta de apoio. Na incubação, estamos apoiando uma boa ideia; na pós, uma boa empresa

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