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  Geral - Reportagens
  Autor/Fonte: Newsletter CanalEnergia
  Data: 21/06/2016

    Eólica deverá alcançar 10 GW nos próximos 20 dias


Volume será registrado após seis anos e a perspectiva é de que país levará metade desse tempo para acrescentar outros 10 GW

O dia mundial do vento terá um marco simbólico em 2016. Ele foi comemorado em 15 de junho, mas antes do final do mês a fonte, que começou a se tornar realidade no pais há seis anos, alcançará 10 GW de potência instalada. E a perspectiva aponta que em metade desse tempo o Brasil verá a duplicação desse volume. Com o que já está contratado e mais o que deverá ser negociado nos leilões de reserva de 2016 a fonte deverá chegar a 2019 com pouco mais de 20 GW de potência instalada. Atualmente o país está com 9,77 GW em capacidade instalada em 390 parques.

“Se pegarmos o que já temos contratado, chegaremos a 2019 com 18,7 GW em capacidade e se considerarmos que em 2016 teremos leilão de reserva com a mesma natureza de um A-3, chegaremos em 2019 com 20,7 GW. Minha expectativa é de que consigamos contratar os 2 GW anuais de que a indústria necessita”, afirmou a presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Élbia Gannoum. “Levamos seis anos para alcançar os primeiros 10 GW e agora na metade desse tempo poderemos alcançar o mesmo volume”, destacou.
A presidente executiva da ABEEólica destaca ainda que há a necessidade de se contratar energia mesmo com a sobra das distribuidoras. Ela voltou a defender que há um entendimento superficial de que o resultado do último A-5, o menor em termos de volume contratados desde 2009, ocorreu por conta do excesso de contratos com as concessionárias de distribuição. Houve uma falta de visão de médio e de longo prazo além de desconhecimento do planejamento considerando a segurança energética. Até porque a sobra é contratual e não de garantia física o que poderia ser consumida caso vejamos outro cenário hidrológico ruim ou a esperada retomada da economia por mínima que seja.
A expansão do setor eólico é atribuída ao processo de consolidação da fonte e suas características de competitividade. O Brasil, segundo um levantamento da Associação Internacional de Energias Renováveis, divulgado em 15 de junho de 2016, se destaca em termos de fator de capacidade médio que até 2014 era, de longe, o mais elevado entre os países avaliados. O Brasil aparecia com índice indicado como acima de 45% enquanto os mais próximos eram os Estados Unidos com 35%.
Já o caminho para a terceira parcela de 10 GW na matriz elétrica nacional depende fundamentalmente da política energética a ser adotada. E no atual patamar da compreensão da fonte a tendência é de que se mantenha o crescimento da fonte uma vez que além de sua competitividade possui ainda a característica de ser renovável e limpa em um país cuja a capacidade de geração que era predominantemente hídrica tem se aproximado do esgotamento de seus aproveitamentos. “A eólica, pelo contrário, temos um potencial que é estimado hoje em 500 GW”, indicou a executiva. “Ainda há muito a crescer em termos de demanda uma vez que o consumo per capita no país é baixo e a despeito do cenário econômico de curto prazo no país, há bastante espaço para o consumo aumentar”, avaliou.
Dentre os números que a entidade registra com os quase 10 GW que estão em operação no Brasil estão investimentos de R$ 48 bilhões nos últimos seis anos sendo que R$ 20 bilhões somente em 2015 que levou à criação de 41 mil empregos. O Brasil, segundo o GWEC (Global Wind Energy Council), foi o quarto país em crescimento da fonte no mundo em 2015 em relação ao volume de capacidade nova instalada com 4,3% de todo o mundo. Perde para a China, Estados Unidos e Alemanha, mas em percentual foi o que mais cresceu.

Atualmente, apontou a ABEEólica, 80% da cadeia produtiva está nacionalizada. São mais de 50 geradores e sete fabricantes de aerogeradores já consolidados por aqui além de centenas de fabricantes de peças e componentes.

 
Fonte: Mauricio Godoi, Newsletter CanalEnergia, jun/2016
 
 

 

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