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  Geral - Reportagens
  Autor/Fonte: : Rebecca Smith,Dow Jones Newswire
  Data: 17/10/2016

    Emissões de carbono caem ao menor nível em 25 anos nos EUA


 

As emissões americanas de dióxido de carbono recuaram para o menor patamar em 25 anos nos seis primeiros meses deste ano, segundo relatório da Administração para Informação sobre Energia dos EUA. A queda se deve em grande parte à migração das usinas do carvão para o gás natural e outras fontes renováveis de energia.

 

O inverno mais ameno deste ano em muitas regiões dos EUA também teve um papel importante, já que reduziu a demanda por aquecimento, afirmou a entidade.

As emissões relacionadas ao consumo de energia totalizaram 2,53 bilhões de toneladas no primeiro semestre, o menor volume emitido para este período do ano desde 1991. As emissões totais dos EUA neste ano, por sua vez, devem atingir 5,18 bilhões de toneladas, o que também configuraria o menor nível desde 1992, segundo projeção do governo.

 

Os volumes indicam que os EUA estão conseguindo se manter alinhados à meta de redução em pelo menos 1,5% de suas emissões de carbono oriundas do setor elétrico, na comparação com a queda de 3% do ano passado.

"Não são grandes recuos, mas nossa intensidade de carbono está caindo como nação", disse Allen McFarland, analista do Departamento de Energia dos EUA- "A intensidade de carbono tem caído, de forma genérica, desde 2005."

 

Tanto o gás natural quanto o carvão são queimados para gerar eletricidade, embora o gás emita praticamente metade das emissões de carbono do carvão. E técnicas avançadas de produção aplicadas do Texas à Pensilvânia têm liberado uma quantidade abundante de gás das reservas, puxando para baixo o custo do combustível. No primeiro trimestre deste ano, o consumo total de energia nos EUA recuou 2%, comparado ao mesmo intervalo de 2015. O recuo foi especialmente notável nas residências do país, com queda de 9%.

 

Um fator importante por trás dessa queda gradual das emissões é a marcha estável dos EUA em direção à eficiência energética. A pressão federal pelo ganho de eficiência reduziu o consumo de energia para tudo, de lâmpadas e geladeiras ao motor industrial.

As metas estaduais para baixar a liberação de carbono também estão forçando as empresas americanas a produzir equipamentos com consumo energético menor, especialmente no modo "stand by". A California, por exemplo, propôs recentemente o primeiro padrão de eficiência energética do país para computadores e monitores, após constatar que esses aparelhos são responsáveis por 7% do consumo elétrico comercial e 3% do residencial. As novas exigências devem entrar em vigor em 2019.

 

Uma mudança em direção às energias renováveis também ajudou a reduzir as emissões americanas de carbono, um dos gases que provocam o efeito-estufa (o superaquecimento do planeta). Fontes de energia solar, eólica e hidroelétrica registraram alta de 9% no semestre, comparado ao primeiro semestre de 2015, disse o Departamento de Energia americano.

Recentemente, o Congresso dos EUA estendeu incentivos fiscais federais como forma de encorajar a produção de energia solar e eólica, o que levou especialistas a prever avanços importantes na matriz renovável nos próximos anos.

 

Grandes consumidores de energia, como empresas, continuaram a comprar mais energia renovável em vista da queda nos preços em curso no país. A Duke Energy, fornecedora de energia a domicílios e empresas localizados nas regiões sudoeste e centro do país, elevou sua meta para produção renovável em 33%: a companhia espera, agora, poder controlar 8 mil megawatts de capacidade de geração renovável até 2020, contra os 6 mil megawatts estabelecidos 2013.

 

Fonte: Valor Econômico /Clipping Canal Energia

13/10/2016

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