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  Distribuição - Artigos
  Autor/Fonte: Agência Estado
  Data: 24/02/2017

    Com revisão de estratégias operacionais, Comgás enfrenta crise e amplia mercado


 

A crise econômica que se sentia já no início de 2016 e a perspectiva de queda dos volumes vendidos serviu de impulso para uma mudança na gestão da Comgás), distribuidora de gás natural que atua na região metropolitana de São Paulo. Em menos de um ano de novas estratégias, a empresa já começou a colher os frutos de reorientação, garantiu o diretor-presidente, Nelson Gomes, em entrevista exclusiva ao Broadcast.

“Quando começou o ano de 2016, sabíamos que o nosso volume ia cair, sabíamos que as indústrias não iam produzir a mesma coisa e tínhamos que buscar outras maneiras de fazer o nosso resultado melhorar mesmo sem volume”, contou o executivo, que completou em janeiro um ano na função. As iniciativas – que incluíram a revisão do quadro de pessoal e um maior estímulo aos resultados por parte dos colaboradores, uma reorientação quando aos investimentos em expansão na base de clientes, um reforço na identificação de novas demandas potenciais em sua área de atuação atual e uma nova visão para a gestão de custos – colaboraram para que mesmo com uma queda de 3,9% no volume de gás faturado (excluindo termogeração) no ano, a geração de caixa medida pelo Ebitda normalizado subisse 6,3%, para R$ 1,46 bilhão.

“2016 foi um ano de muita evolução operacional, de margens, de redução de despesas, de gestão de opex (custos), e isso nos fez gerar um caixa bastante robusto”, disse. “Batemos todas as nossas métricas”, acrescentou. No início do ano, a companhia projetou que seu Ebitda normalizado (excluindo valores relacionados à conta corrente regulatória) ficaria entre R$ 1,35 bilhão e R$ 1,45 bilhão em 2016, em linha ou pouco melhor que os R$ 1,378 anotados no ano anterior.

Gomes atribuiu o resultado à melhora da gestão de custos e reorganização organizacional, com foco maior no cliente, e também à maior racionalidade na busca por novos clientes e expansão da rede. O resultado foi que, por outro lado, a companhia investiu R$ 463,5 milhões o ano passado, 11,1% menos que em 2015, e ligeiramente abaixo do piso de suas estimativas, de R$ 470 milhões a R$ 520 milhões. “Mas conectamos praticamente o mesmo número de clientes”, salientou, referindo-se ao fato de que a distribuidora realizou ao longo de 2016 111 mil novas conexões, entre clientes residenciais, comerciais e industriais.

Conforme o executivo, tratou-se de mudança na estratégia de expansão da rede e busca por novos consumidores, que passou a dar mais atenção à qualidade dos clientes, em termos de capacidade de pagamento das tarifas, volume de demanda e custo de conexão. “Queremos continuar a conectar 100 mil novos clientes por ano, mas quero escolher quem vou conectar, e não necessariamente vou construir rede o tempo todo para conectar mais, porque tenho clientes potenciais localizados em áreas onde já temos rede há muito tempo e que por uma série de razões não estão conectados até agora”, disse Gomes, citando um bairro paulistano totalmente atendido pela rede da Comgás, mas no qual 40% dos consumidores comerciais não eram atendidos pela distribuidora.

Além de novas conexões, a Comgás ampliou os esforços para estimular novas demandas, por exemplo estimulando o uso do gás natural veicular (GNV), com desenvolvimento de programas junto ao Uber e a grandes frotas, e também buscando conversões de geradores à diesel instalados em prédios comerciais em um sistema que consome 70% de gás natural e apenas 30% de diesel.

Com isso, apesar da queda no volume de vendas total da empresa (excluindo termogeração), da ordem de 3,9%, para 4,1 bilhões de metros cúbicos, o mercado residencial cresceu 16,9% e as vendas para o comércio aumentaram 6,3% no ano passado.

Estas mesmas estratégias seguirão para 2017, afirmou Gomes. “Imaginamos que vamos ter um volume estável, mas com todas as ações de eficiência de custo, nosso resultado financeiro deve dar um salto de 9%”, disse, referindo-se ao ponto médio das projeções divulgadas pela empresa. A companhia projeta vendas (ex-termo) entre 4 bilhões e 4,3 bilhões/ano de metros cúbicos e Ebitda normalizado entre R$ 1,55 bilhão e R$ 1,65 bilhão. No que diz respeito à investimentos, a previsão é de aplicar entre R$ 450 milhões e R$ 500 milhões neste ano, seguindo com a meta de conectar cerca de 110 mil clientes. “Mas minha meta pessoal é fazer o mesmo número de conexões – 110 mil – entregando o piso do guidance”, disse, defendendo a estratégia de “saturação”, isto é, de busca de novos clientes onde já existe rede, e preferencialmente de consumidores com maior demanda.

 

 

Fonte: Agência Estado

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