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  GNL - Artigos
  Autor/Fonte: Brasil Energia
  Data: 24/02/2017

    Demanda por GNL aumentará 5% ao ano até 2030


A demanda global por GNL deve aumentar de 4% a 5% anualmente entre 2015 a 2030. Neste período, a demanda por gás crescerá 2%, mesmo ritmo de crescimento desde 2000. As previsões são do primeiro boletim de previsões para o mercado de GNL lançado pela Shell no dia 20/02/2017.

Em 2016, a demanda global por GNL foi de 265 milhões de toneladas. Ao todo, 35 países importaram o energético no ano, mais que o triplo dos dez países importadores do começo do século. De acordo com a petroleira, a expectativa é que os Estados Unidos continuem como o principal consumidor de gás nos próximos anos, seguidos pela Rússia.

A Shell acredita que entre 2014 e 2020 o tamanho do comércio global de GNL crescerá 50%, mas será necessário que a indústria faça grandes investimentos para suprir o crescimento da demanda pelo energético na próxima década.

“Enquanto a indústria tem sido flexível no desenvolvimento de nova demanda, houve uma queda nas decisões de investimento para produção nova”, afirma o relatório.

O crescimento na comercialização do GNL deverá vir principalmente de novas exportações na Austrália e nos Estados Unidos, sendo que mais de 60% desta nova capacidade de produção virá de áreas que entrarão em operação somente na próxima década.

A Shell lembrou que os projetos de GNL podem levar de quatro a cinco anos para entrar em operação, tempo que vem diminuindo com o uso de FSRUs. Desde 2015, oito novos FSRUs iniciaram atividades na costa de países importadores. Com isso, há um total de 21 unidades atuando globalmente hoje e outras seis em construção.

No ano passado, o crescimento da produção de GNL veio principalmente da Austrália, onde as exportações aumentaram 15 milhões de toneladas e chegaram a 44,3 milhões de toneladas.

A expectativa é que os preços de GNL continuam a ser impactados pelo preço do barril de petróleo, preços das fontes renováveis e pelo custo dos projetos. Os preços futuros devem continuar a competir com os preços do gás bombeado regionalmente.

 

 

Fonte: Brasil Energia Online / Abegás (21/02/2017)

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