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  GD - Artigos
  Autor/Fonte: SCGás Notícias
  Data: 24/02/2017

    Presidente da SCGÁS quer liquefazer biometano para ampliar suprimento e antecipar oferta do insumo no interior do estado


 

Após a criação das redes locais pela Aresc, desafio é aplicar tecnologia que atenda a regulação da ANP para utilização de gás renovável e realizar estudos em cada macro região catarinense

 

Em reunião realizada em 16 de fevereiro de 2017 na Câmara de Assuntos de Energia da Fiesc, a Agência Reguladora dos Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc) anunciou a criação do modelo de redes locais, que vai antecipar o abastecimento das regiões que carecem de oferta de gás natural no estado através das redes de distribuição. Com o anúncio, a SCGÁS está autorizada a comercializar cerca de 76 mil metros cúbicos de gás natural por dia em cidades ainda não atendidas pelos gasodutos de distribuição da companhia. Inspiradas em modelo de atendimento português, as redes locais serão abastecidas com gás natural comprimido ou líquefeito.

 

 

Com a criação da nova forma de atendimento, o presidente da SCGÁS, Cósme Polêse, defende a integração do novo modelo com a exploração de biometano em Santa Catarina. Segundo estudos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o estado possui um potencial de produção de quatro milhões de metros cúbicos de biometano diariamente, o dobro do que a companhia tem contratado hoje com a Petrobrás. "Podemos liquefazer o gás de aterros sanitários ou de usinas que operam com dejetos de aves e suínos para serem distribuídos pelas redes locais. Minha proposta é termos uma base de liquefação em cada região do estado, e estas abasteceriam as redes locais de cidades ainda sem oferta de gás natural, localizadas distantes das nossa rede principal e com mercado demandante pelo insumo."

 

 

A proposta ainda será estudada, pois precisa atender às exigências de qualidade do gás da Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP). Em reunião na sua sede no Rio de Janeiro, a Agência anunciou às distribuidoras que irá analisar um por um os projetos que queiram comercializar o biometano por meio de redes de distribuição não dedicadas.

 

 

Polêse reforça que o objetivo desse modelo é diminuir as diferenças socioeconômicas das regiões e contribuir com o meio ambiente. "Nos lugares em que chega, o gás leva desenvolvimento. Mas quando não está presente, pode deprimir uma região. Vou sugerir a nossa diretoria e técnicos que formatemos parceria com uma universidade catarinense para criar a forma adequada de adquirir e distribuir o gás renovável por região, produto que tem selo verde de qualidade e pode contribuir com a geração de renda de propriedades rurais. O objetivo é distribuir pelas redes locais para as cidades desabastecidas e com índice desenvolvimento humano abaixo da média estadual, enfrentando a litorização."

 

 

Conforme apresentado pela Aresc as primeiras cidades que poderão ser beneficiadas com o atendimento pelo modelo de redes locais são Lages, Correia Pinto, Garuva e Sombrio. A SCGÁS lançará em março o edital para as obras de redes locais que atenderão Lages, com investimento de R$ 5.153.000,00 e a implantação, na primeira fase, de 15,4 quilômetros de rede. Inicialmente, o gás que abastecerá a cidade serrana será comprimido ou liquefeito em Rio do Sul e seguirá em caminhões do Alto Vale até as redes locais, que serão construídas para atender indústrias, residências, comércios e postos de combustíveis.

 

 

 Fonte: SCGás Notícias

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