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  GNV - Artigos
  Autor/Fonte: AutoHoje(Portugal)/Abegás,abr/17 (28)
  Data: 03/05/2017

    Volkswagen reforça aposta no gás natural


 Uma das novidades do grupo alemão é o motor de três cilindros turbo 1.0 CNG, que estreará no Polo.

A Volkswagen aproveitou o simpósio de motores de Viena deste ano para mostrar algumas das suas soluções de propulsão do futuro. Além do reforço na “eletrificação”, que vai desde os híbridos convencionais aos modelos 100% elétricos – cujos protótipos têm sido vistos nos últimos grandes salão mundiais -, o grupo alemão apresentou um modo “coasting” (velejar) para o novo Golf 2.0 TSI Bluemotion com caixa DSG, que permite desligar completamente o motor no processo. Destaque ainda para o aumento de potência do novo e-Golf, que no facelift beneficiará de mais 20 cv e 20 Nm, além de 110 km de autonomia adicional (para um total de 300 cv).

Mas a principal novidade é um motor 1.0 CNG (gás natural) turbo de três cilindros (na imagem), que estreará no Polo. Uma vez que tem baixos níveis de emissões e que o gás natural é mais em conta, a marca acredita que este motor poderá substituir os Diesel mais pequenos a longo-prazo. Os alemães pretendem que haja um posto de abastecimento de CNG a cada 50 km. Recorde-se que a VW já comercializa alguns modelos CNG, nomeadamente o Golf TGI (que o Autohoje ensaiou na edição n.º 1367), nalguns países onde este combustível tem uma rede de abastecimento mais disseminada.

A VW confirmou que o motor EA189 Diesel tem uma nova homologação Euro 6 para todas as versões com cilindrada 1.6 e 2.0. Em virtude disso, estes motores continuarão a ser aposta em modelos da gama média e superior do grupo. O responsável pelo desenvolvimento de motores da VW, Friedrich Eichler, aproveitou a ocasião para esclarecer que os motores de combustão interna estão para ficar por muitos anos. Atualmente, os modelos totalmente ou parcialmente elétricos representam apenas 3% das vendas da VW. Sendo que em Wolfsburg, as estimativas apontam para que esse valor alcance os 45% em 2025 (25% em elétricos e 20% em híbridos).

Fonte:  AutoHoje(Portugal)/Abegás,abr/17 (28)

 

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