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  GNL - Artigos
  Autor/Fonte: PetroNotícias
  Data: 19/06/2017

    Acusado de apoiar terrorismo, o Qatar mantém produção de gás e quer tranquilizar mercado


A  Qatar Petroleum,  empresa estatal  do  Qatar,  procurou tranquilizar o mercado  dizendo que sua produção de petróleo e gás não foi afetada pelas tensões no Golfo, apesar de   vários estados árabes bloquearem o seu espaço aéreo, portos e vias marítimas. A empresa disse que mobilizou todos os recursos disponíveis para diminuir  o impacto de qualquer ação que possa dificultar o fornecimento de energia aos seus  clientes em todo o mundo. Mais de um terço do comércio mundial de gás natural liquefeito vem do Qatar, tornando-se o maior produtor e exportador mundial de GNL. Países em todo o mundo – incluindo o Brasil, Japão, China, Paquistão, Reino Unido, França, Turquia e Argentina – dependem da estatal para grande parte de suas necessidades energéticas.

De acordo com a Administração de Informações de Energia dos Estados Unidos, a maior parte  das exportações de gás do Qatar vai para a Ásia, via mar:  72%. Os analistas disseram que não há sinais de que os vizinhos do Qatar desejem  bloquear seus navios. A sua produção diária de petróleo, no entanto, deste membro da OPEP é relativamente pequena, algo em torno de 0,6 milhão de barris, em comparação com seus vizinhos como a Arábia Saudita, que normalmente produz cerca de 10 milhões de barris por dia.

Num comunicado oficial a empresa diz que: “Estamos monitorando e avaliando de perto todos os desenvolvimentos e estamos preparados para tomar as decisões e medidas necessárias. Honremos nossos compromissos e obrigações para todos os nossos clientes e parceiros localmente, regionalmente e internacionalmente”.

No início desta semana, a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, o Egito e o Bahrein desencadearam uma série de medidas punitivas contra o Qatar, separando os laços diplomáticos e acusando-o de apoiar o terrorismo na região. A Arábia Saudita também selou a única fronteira terrestre do Catar, uma passagem importante para as importações de alimentos. O Qatar nega ter apoiado grupos extremistas e diz que as alegações são baseadas em notícias fabricadas e politicamente motivadas. Apesar do impasse, o fornecimento de gás do Qatar ao Egito e os Emirados Árabes Unidos não foi interrompido.

O Qatar é extremamente rico, gerando a maior parte da renda do gás natural. A nação da pequena península é também um centro regional de aviação e financeira, e está pronto para sediar a Copa do Mundo FIFA 2022. O Qatar compartilha o controle de um vasto campo de gás subaquático com o Irã, que fica do outro lado do Golfo Pérsico. Os dois países mantêm relações diplomáticas – uma fonte de disputa para a Arábia Saudita, que vê o Irã como seu inimigo regional e trabalhou para alinhar estados árabes sunitas aliados contra isso.


Fonte: PetroNotícias/ Abegás (13/06/2017)

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