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  Termelétricas - Artigos
  Autor/Fonte: Redação da Abegás
  Data: 16/07/2017

    Gás se consolida como base para geração térmica no PDE 2026


 Participação do gás natural na matriz energética será de 4,8 GW  adicionais em capacidade instalada em dez anos

O gás natural se consolida como base na expansão das termelétricas para o horizonte dos próximos 10 anos, conforme está no Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2026, que entrou em consulta pública em 07 de julho de 2017. A previsão do órgão planejador é que para o horizonte do estudo, a participação do gás natural na matriz energética será adicionada em 4,8 GW de capacidade instalada. Atualmente, a fatia é de 12,5 GW e chegará a 17,3 GW ao fim de 2026.

O estudo informa que o gás é o combustível de referência para as térmicas daqui para a frente, tendo o GNL como o padrão para as novas usinas, tendo ainda a expectativa de entrada do gás produzido no pré-sal, embora ainda com vista com incerteza pelo planejador. Estão consideradas no PDE, as térmicas a gás natural com ciclo aberto, com possibilidade de operação flexível e com fatores de inflexibilidade de 50%, 80% e 100%.

Porém, a EPE aponta como fundamental o equacionamento da disponibilidade do gás e do gasoduto de transporte, já que pelas regras atuais, a usina precisa ter garantido o combustível mesmo que fique longo período sem gerar energia.

Já o consumo de gás natural termelétrico como um todo sairá de 35,8 milhões de m³/dia, tendo uma leve queda para 34,4 milhões de m³/dia, em 2021. Porém, para 2026, saltará para 46,2 milhões de m³/dia. Do total previsto para 2026, a geração elétrica por meio do gás natural deverá ser ampliada em 19,8 milhões de m³/dia, com o setor industrial consumindo, ao fim do horizonte de dez anos, mais 10,3 milhões de m³/dia.

Gás na indústria

Entre as fontes que abastecem o consumo industrial, o gás natural é o único que ganhará espaço no horizonte planejado pela EPE. Atualmente, a participação da fonte no consumo industrial é de 8,3% e, ao final dos próximos dez anos poderá chegar a 10,2%, chegando perto de fontes como lenha, carvão vegetal, carvão mineral e derivados.

Diante disso, a participação da indústria no consumo de gás passará de 38,3% para 44,2%, se consolidando no período como principal destinação do insumo. Para fins de geração de energia elétrica, sairá de 34,4% para 29,1%.

 

Fonte: Brasil Energia Online (10/07/2017)

 

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