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  Geral - Express
  Autor/Fonte: Brasil Energia/Abegás
  Data: 10/08/2017

    Gás pode aprofundar parceria Brasil-Bolívia no Mercosul


País vizinho busca ratificação como novo integrante no Mercosul e reservas podem ser preponderantes para parceria com Brasil, avalia Ministério das Relações Exteriores

 

A Bolívia está em busca de sua ratificação como novo membro do Mercosul e suas reservas de gás podem ser fator preponderante para que o país se torne grande parceiro para o Brasil, dentro do bloco econômico. A análise é do diretor do Departamento do Mercosul do Ministério das Relações Exteriores, Otávio Brandelli, em participação da audiência pública realizada em 08 de agosto de 2017 pela Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul).

Brandelli lembrou que hoje o Brasil consome cerca de 90% das vendas externas de gás pela Bolívia e afirmou que o país vizinho também tem potencial hidrelétrico a explorar. Ele apontou também que o país tem ainda a segundo maior reserva de lítio do planeta.  “Um país que tem toda essa potencialidade e é nosso vizinho é quase natural que deva haver uma aproximação no sentido da integração”, ressaltou.

Discutindo a relação

Recentemente, a parceria entre brasileiros e bolivianos tem sido objeto de intensa discussão no setor de gás. Na semana passada, membros da Petrobras e da YPFB se reuniram para discutir a questão da normalização do envio de gás para o Brasil e os bolivianos têm reclamado da flutuação da demanda brasileira. O próprio presidente da YPFB, Oscar Barriga, tem dito que esse tipo de ocorrência preocupa seu país.

No entanto, o diretor de Estudos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis da EPE, José Mauro Ferreira Coelho, afirmou que esse tipo de flutuação faz parte do contrato de take-or-pay entre brasileiros e bolivianos e acrescentou que o gás não retirado atualmente, poderá ser buscado mesmo após o encerramento do contrato atual, em 2019, porque o acordo prevê um backup de retirada do gás por mais um ou dois anos.

 

 

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