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  Geral - Express
  Autor/Fonte: TN Petróleo/Comissão de Diversidade do IBP
  Data: 03/07/2018

    Porque a diversidade de gêneros é importante para o desempenho das empresas?


 Porque a diversidade de gêneros é importante para o desempenho das empresas? por Comissão de Diversidade do IBP

Muito tem se falado sobre equidade de gênero no mundo corporativo, e agora a discussão sobre diversidade chegou também à indústria do petróleo, arena eminentemente masculina. Nesta edição da Rio Oil & Gas, que será realizada entre 24 e 27 de setembro, no Rio de Janeiro, haverá um painel totalmente dedicado ao debate sobre a relevância da diversidade para as empresas. O painel está sendo elaborado por um grupo de executivas sêniores do mercado, que buscam abordar mais do que questões tradicionais como as barreiras encontradas pelas mulheres na escalada gerencial. O objetivo é mostrar, por meio de indicadores financeiros, as vantagens da diversidade no desempenho das empresas.

Para se ter uma ideia, estudos realizados a partir de 2007 demonstram um tímido crescimento no número de mulheres nos conselhos e diretorias corporativas. No entanto, novos estudos conduzidos com mil empresas de 12 países diferentes revelam forte correlação entre o comprometimento das companhias com a diversidade de gênero e racial com a performance econômica e a criação de valor.

O relatório 10 Years of Research of the Women in the Workplace, publicado este ano pela McKinsey, indica que as empresas no quartil superior de diversidade de gênero têm 27% mais chance de ter melhor desempenho na média do EBITDA do que seus pares que se encontram no quartil inferior do mesmo quesito. Em 2015, empresas americanas já mostravam o poder dessa correlação – a cada 10% de aumento na diversidade de gênero nos conselhos, era identificado um aumento de 0,8% no EBITDA – indicador que representa quanto uma empresa gera de recursos com suas atividades operacionais, sem contar impostos e outros efeitos financeiros.

De acordo com o indicador de gap de gênero do World Economic Forum 2016, a América Latina projeta a eliminação desta lacuna em 72 anos, pouco menos do que a África subsaariana (79 anos). Globalmente, teremos 170 anos de trabalho para chegar a uma paridade de gêneros. Ainda segundo o relatório da Mckinsey, se o mundo já tivesse integrado as mulheres na sua força de trabalho, acrescentaríamos nada menos do que 28 trilhões de dólares anuais ao PIB mundial.

Mesmo diante desses números, por que a evolução para a igualdade é tão lenta?

Políticas de governo e obrigatoriedades legais impulsionaram o percentual referente à participação feminina em países como Reino Unido, Noruega e Canadá. Esta pode ser uma boa prática para o Brasil, que hoje se encontra na 159ª posição entre 190 países em número de parlamentares femininas. Ou seja, não há mulheres legislando para mulheres.

Análises do comportamento humano e da saúde organizacional das empresas têm ajudado aqueles que podem influenciar na mudança. Uma coisa é certa: não basta somente aumentar o número de pessoas de gênero ou raça diferentes nas empresas. É preciso haver o genuíno desejo da alta gerência na inclusão e, para isso, é necessária a participação de homens e mulheres, sêniores e jovens, pois somente o trabalho integrado trará o real benefício para a indústria.

 

Diante desse cenário, a iniciativa do setor de petróleo e gás brasileiro pretende ir além das discussões durante a Rio Oil & Gas, que deverão ser o início de um programa de mentores com objetivo de desenvolver lideranças femininas na indústria.

 

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