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  Termelétricas - Artigos
  Autor/Fonte: Pedro Aurélio Teixeira / CanalEnergia
  Data: 02/08/2018

    Após vitória no ano passado, Prumo quer manter ritmo no A-6 deste ano


 

Após outorga de mais uma UTE, empresa quer expandir complexo térmico no RJ

 

A assinatura da outorga da usina termelétrica GNA Porto do Açu II (RJ – 1.673 MW), realizada no dia 30 de julho de 2018, em solenidade na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, consolida a Prumo Logística como um dos grandes players térmicos do país. A usina foi viabilizada no leilão A-6 do ano passado. Além do investimento de R$ 4,1 bilhões na usina, a empesa avalia participar do próximo certame A-6, que será realizado em agosto. Temos ainda 3,4 GW licenciados para crescer, nossa intenção é chegar lá, prometeu José Magela, presidente da Prumo, na solenidade.

A Prumo já constrói no mesmo local a UTE GNA I (RJ – 1.300 MW), que foi comprada da Bolognesi. No momento o canteiro de obras tem cerca de 600 empregados e com as duas usinas em construção, terá 3.000 MW. As obras na GNA II devem começar no ano que vem. O suprimento das usinas virá por meio de um terminal de GNL. A região será um hub de gás no Porto do Açu. O presidente destacou na solenidade a importância dos empreendimentos para o Rio de Janeiro. Para nós é uma satisfação grande todo o desenvolvimento que está sendo feito no Norte do estado, admite. Na cerimônia, o presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, Eduardo Eugênio Gouveia Vieira, citou o empreendedorismo de Eliezer e Eike Batista, idealizadores e ex-proprietários do Porto do Açu.

A BP e a Siemens são parceiras no projeto. A primeira vai fornecer o gás que vai abastecer a usina termelétrica, enquanto a segunda será a fornecedora das turbinas que vão gerar a energia. Já há um a LT de 345 kV, que vai servir para a primeira usina. Já a segunda usina vai precisar de uma linha de 500 kV e de 150 quilômetros de extensão. A conexão dela com o sistema se dará na subestação Rio Novo do Sul, no Espírito Santo.

O financiamento das usinas está sendo estruturado e terá a participação de bancos estrangeiros e do BNDES. Segundo Magela, o BNDES é fundamental para projetos de infraestrutura no Brasil É muito difícil conseguir financiar um projeto como este, de longo prazo.

 

Fonte: Pedro Aurélio Teixeira,CanalEnergia News Diária (30/07/2018)

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