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  GNL - Artigos
  Autor/Fonte: Ricardo Casarin-CanalEnergia
  Data: 12/12/2018

    Petrobras pretende tornar-se player global no mercado de GNL


 
Durante anúncio do seu novo plano de negócios, de US$ 84,1 bilhões de 2019 a 2023, a empresa revelou ambição de avançar na exportação do insumo, hoje com poucos produtores importantes
 
 
A Petrobras revelou em seu plano de negócios 2019-2023 a ambição de se tornar um player global do mercado de gás natural liquefeito (GNL). Além de atender à demanda brasileira, a produção associada ao petróleo do pré-sal também seria exportada. O Brasil tem um potencial enorme de petróleo e para garantir a produção, é preciso equacionar o gás. Desenvolver o mercado local é prioridade, mas não podemos depender apenas de rotas para o continente, até por segurança operacional, declarou o diretor executivo de estratégia, organização e sistema de gestão da Petrobras, Nelson Silva, em teleconferência para acionistas.

Ele explicou que a empresa vai estudar a liquefação do gás — processo necessário para transporte em longas distâncias — com parceiros no Brasil. Temos que ter uma conexão com o mercado global. Isso não afeta apenas a Petrobras, mas todas as companhias que estão atuando no pré-sal. Além da questão operacional, a Petrobras entende que a decisão é estrategicamente interessante, em função do gás natural apresentar a maior taxa de crescimento entre as energias fósseis. Entendemos que o gás será um combustível de transição para a economia de baixo carbono. Isso já está ocorrendo, aponta Silva.

No dia 03/12/2018, o Catar anunciou que deixará a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em janeiro de 2019 para se concentrar em seus negócios de GNL. O país é o maior exportador mundial do combustível. A Petrobras também anunciou investimentos em unidades de tratamento e processamento nos estados de Sergipe, Rio de Janeiro e São Paulo, para dar suporte ao escoamento da produção de gás. Em seu plano de negócios, a empresa prevê aportes de cerca de US$ 5 bilhões no segmento de gás natural. O nosso esforço vai continuar por uma maior atuação futura neste segmento, garantiu o executivo.

Plano de negócios

No dia 05/12/2018, a Petrobras anunciou o seu plano de negócios para o período de 2019 a 2023. A companhia irá investir US$ 84,1 bilhões no período, dos quais US$ 68,8 bilhões para o segmento de exploração e produção de petróleo. Essa área vai receber mais capital que anos anteriores, principalmente na exploração. Tínhamos uma redução de investimento bastante forte desde 2014 e agora entramos em uma fase de recuperação, disse Silva. A empresa estima que haverá 5% de crescimento anual na produção durante o período abrangido pelo plano.

A companhia projeta a entrada de 18 novos sistemas de produção de petróleo, o que deve mudar a curva e a geração de caixa nos próximos cinco anos. A entrada de plataformas vai ter efeito no caixa e garantirá perenidade, disse o diretor executivo da Área Financeira e de Relacionamento com Investidores, Rafael Grisolia. Ele também garantiu que a petroleira irá manter a política de preço de combustíveis alinhada ao mercado internacional. É muito importante para criação de valor com acionista ter a precificação atrelada aos mercados internacionais.

A empresa dará prosseguimento aos processos de desinvestimentos já anunciados e irá deixar os negócios de fertilizantes, distribuição de GLP e as participações de produção de biodiesel e etanol. O plano só considera os ativos já divulgados, com o adendo que alguns estão com o processo suspenso por questões judiciais. Entendemos que no médio prazo isso será revertido, avalia Grisolia. A Petrobras também estabeleceu uma nova meta de desalavancagem para um índice inferior a 1,5 vez a dívida líquida sobre o Ebitda até o final de 2020. Vamos entregar a meta de 2,5 vezes até o fim de 2018.

Não controlamos o preço da commodity, nem a taxa de câmbio. Temos que ser competitivos em qualquer cenário, destaca Silva. Também foi estipulada uma meta de retorno sobre capital empregado acima de 11% em 2020. É a primeira vez que temos um indicador de meta de rentabilidade, assinalou Silva. Na área de energias renováveis, a companhia declarou que continuará buscando parcerias em negócios de energia elétrica renovável, em especial solar e eólica.

Serão investidos cerca de US$ 400 milhões no segmento. Atualmente, a empresa tem projetos de geração eólica em parceria com a Total e a Equinor e, de acordo com o plano, pretende participar de leilões de energia solar, entrar de forma gradual no mercado de geração distribuída e produzir bioquerosene e greendiesel em plantas integradas a refinarias. Teremos foco em energia eólica e solar, de forma rentável, assegurou Silva

 
 
Fonte: CanalEnergia Clipping (06/12/2018)
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