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  GNC - Artigos
  Autor/Fonte: Canal do Transporte/Hoje em Dia/MG,out/05
  Data: 11/10/2005

    Ale começa a distribuir gás natural comprimido


A Ale Gás, subsidiária da Ale Combustíveis, iniciou os testes de sua base de distribuição de gás natural comprimido (GNC), em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A informação é do gerente geral da Ale Gás, Epitácio Nogueira, que detalha que a empresa inicia a operação com a distribuição de 100 mil metros cúbicos de GNC por mês, com a meta de chegar a 1,2 milhão em seis meses, aproximadamente. A Ale Gás é uma das empresas que montou estande no Fórum Industrial de Produtividade e Negócios (Fipen), em Belo Horizonte, com foco no setor energético.

De acordo com Nogueira, a Ale Gás poderá atender a indústrias de médio e grande portes instaladas num raio de até 200 quilômetros de Betim. O gás natural comprimido será distribuído por meio de caminhões, após chegar à base da Ale Gás pelos dutos da Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) e passar por equipamentos de compressão. Para montar a nova empresa, a Ale investiu R$ 10 milhões. O empreendimento gerou 20 empregos diretos e poderá gerar até 500 indiretos, estimou Nogueira, que afastou riscos de desabastecimento de gás natural no mercado atendido pela distribuidora de GNC, apesar de alertas recentes de membros do Governo. "Os contratos com as distribuidoras serão mantidos", asseverou.

A expectativa da Ale é de que o novo negócio gere um faturamento de R$ 35 milhões. Conforme o diretor-superintendente da Ale Combustíveis, Cláudio Zattar, a Ale decidiu investir no setor de GNC devido à experiência acumulada no setor de distribuição de derivados de petróleo e por ter uma carteira de clientes que consomem produtos que podem ser substituídos pelo gás natural.

Ainda durante o primeiro dia do Fipen, o gerente-geral da Refinaria Gabriel Passos (Regap) da Petrobras, em Betim, João Ricardo Barusso Lafraia, informou que a unidade de ácido acrílico, a ser construída no local mediante investimentos de US$ 360 milhões, está em fase de estudos de viabilidade técnica e econômica. Conforme Lafraia, o pólo acrílico não será uma decisão estratégica apenas da Petrobras, uma vez que outros sócios privados deverão participar do projeto.

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