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  GNC - Artigos
  Autor/Fonte: Luis Olavo Dantas
  Data: 08/11/2005

    GNC pode ser solução para uso de reservas offshore canadenses


As atividades de exploração e produção de petróleo e gás (E&P) crescem em todo o mundo, estimuladas pelo aumento do consumo e preços em ascensão, e chegam a alguns dos locais mais inóspitos do planeta. Um deles (há piores) é o litoral atlântico do Canadá, zona de trânsito de icebergs que, felizmente, há muito tempo não batem em transatlânticos ingleses.

Ao longo da plataforma continental da península do Labrador e em torno da ilha de Terra Nova, o movimento é grande. As chamadas "majors" estão lá - Chevron, ExxonMobil, Shell - e também outras não tão grandes, mas com ampla experiência em ambientes igualmente duros, como a Norsk Hydro, a Petro Canadá e a Husky. Seus projetitstas procuram um melhor entendimento sobre o deslocamento dos blocos de gelo e das gigantescas ondas, de forma a antecipar seus impactos sobre as estruturas fixas e tubulações. Novas fronteiras de engenharia vão sendo abertas.

As reservas de gás natural já localizadas estão na faixa de várias centenas de bilhões de m3, o que justifica amplamente seu aproveitamento; entretanto, muitas delas estão demasiado distantes do continente para viabilizar transporte por tubulações, e não são suficientemente grandes para que se cogite de eventuais unidades de liquefação.

Uma possível solução para o problema poderia ser o transporte como GNC - gás comprimido a pressões da ordem de 100 bar (menos da metade da usada no GNV, de cerca de 220 bar) e a temperaturas de cerca de -20ºC, enquanto o gás natural liquefeito, GNL, exige -161ºC). O gás natural nas condições acima seria então colocado em reservatórios instalados em navios, levado ao litoral e aí descomprimido e aquecido, para conexão à rede (veja, a propósito, a matéria publicada em nosso site, em "Artigos", intitulada "Warming up to CNG").

A solução de transporte marítimo via GNC, entretanto, ainda não está técnica e industrialmente definida, seja na estação offshore de compressão e resfriamento, seja nos navios-tanque. Tendo em vista a importância de chegar-se a um esquema seguro e economicamente viável, o governo canadense reuniu-se com operadores, sociedades de classificação e investidores na criação recente de um centro de estudos voltado para o tema, o "Center for Marine CNG", sediado em St. John, capital de Terra Nova. Lá, um antigo porto pesqueiro do Século XVII, e hoje uma bela e sofisticada cidade, a nova instituição terá o apoio de um dos mais evoluídos grupos de estudo de tecnologia oceânica, já com expressivas contribuições à engenharia de instalações offshore em ambientes adversos.

Como informa o número de setembro/05 da revista "Offshore", em agosto último o Centro recebeu especialistas de doze países para revisão do que existe hoje em termos de GNC marítimo. No dizer de Michael Hanrahan, diretor da instituição, será necessário compreender e analisar melhor o comportamento do gás, definir as condições ideais de comercialização e avaliá-las economicamente, e ainda criar regras suficientemente seguras para que sejam aprovadas por entidades classificadoras de transporte marítimo. Um caminho que parece longo, mas que, como o gás, terá que ser comprimido para caber do apertado cronograma dos empreendedores.

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