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  GNC - Artigos
  Autor/Fonte: Agora MS/CTGás, out/06.
  Data: 31/10/2006

    Neogás leva GNC ao norte de Mato Grosso do Sul


O governador Zeca do PT, juntamente com o diretor-presidente da MSGÁS (Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul), Maurício Arruda, assinou no início de outubro contratos que garantem a distribuição de gás natural comprimido ao Norte do Estado. Serão implantados uma unidade de compressão em Campo Grande, um sistema de transporte por carretas e uma unidade de descompressão em Rio Verde.

Cerca de R$ 4 milhões serão investidos pela Neogás, empresa responsável pela implementação das unidades e pelo transporte. A Neogás é gaúcha, de Caxias do Sul, e está presente em outros seis estados, além de Mato Grosso do Sul - Amazonas, Piauí, Ceará, Alagoas, São Paulo e Minas Gerais - e na China. "Sem dúvida o GNC (gás natural comprimido) é um desbravador de mercado, porque pode gerar demanda para uma futura vinda do gasoduto onde é possível levá-lo", afirma o presidente do Conselho Administrativo da empresa, Ricardo Gomara. O gás chegará a Rio Verde em cilindros metálicos com capacidade para até 41 metros cúbicos.

Os contratos são de sete anos. O gás deverá custar cerca de R$ 1,30 o metro cúbico. O governo do Estado tem influência direta no baixo preço do produto, pois garantiu isenção de ICMS ao gás que será consumido em Rio Verde. Além disso, a MSGÁS abriu uma linha de crédito no valor de R$ 1 milhão para financiamento das adaptações necessárias nas fornalhas para que elas possam funcionar a gás.

O prefeito rio-verdense, Mário Krüger, afirmou que esse investimento é "também uma forma de inclusão social, pois existem empresas de qualidade dando trabalho digno à população da cidade". A utilização do gás permitirá que as indústrias ceramistas possam produzir a chamada cerâmica branca (azulejo e piso) de mais valor no mercado e que antes só era fabricada em outros Estados.

O diretor-presidente da MSGÁS, Maurício Arruda, disse que a cidade de Rio Verde é apenas o começo de um mercado que pode crescer muito. "Essa nova tecnologia, GNC, permite que outros municípios localizados a um raio de 250 quilômetros de Campo Grande possam receber o gás, que é um combustível mais barato em relação ao diesel, por exemplo."

O governador Zeca do PT se disse contente por estar assinando estes contratos. "Primeiro, porque é um recorde, em menos de 45 dias após assinarmos os termos de compromisso que garantam a ida de gás para Rio Verde, já estarmos assinando os primeiros contratos. Segundo, porque esse momento acontece logo após uma viagem minha a São Paulo, onde tive uma conversa com diretores da Votorantin Celulose, que trará, junto com a International Paper, uma grande indústria para Três Lagoas. Isso, junto com o Pólo Siderúrgico de Corumbá, o frigorífico Bertim em Campo Grande e a fábrica de biodiesel, farão com que, definitivamente, nosso Estado saia da bipolarização boi-soja e entre definitivamente para um estágio de potencialização de suas riquezas. Por último, porque a MSGÁS não é mais uma empresa de gaveta como quando assumimos há oito anos. Hoje, ela é uma empresa muito importante não só para Mato Grosso do Sul, mas para o Brasil."

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