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  GNC - Artigos
  Autor/Fonte: Gás Brasil, dez/07.
  Data: 10/01/2008

    Minas Gerais comercializa cerca de 2,2 milhões de m³/mês de GNC


O Estado de Minas Gerais tem cinco empresas distribuidoras de GNC - Gás Natural Comprimido, uma realidade em todo o país

O Gás Natural Comprimido já é uma realidade em todo país. Economia e menor poluição e periculosidade são algumas das vantagens da tecnologia que cria novos mercados consumidores em localidades não servidas por gasodutos, possibilitando a utilização do gás natural em substituição a outros combustíveis.

O GNC é todo gás natural processado e condicionado para o transporte em ampolas ou cilindros, à temperatura ambiente e pressão próxima à condição de mínimo fator de compressibilidade. Em Minas Gerais, cinco empresas distribuem esta tecnologia no Estado. São elas: White Martins, GNV Anel (Igás), Neogás/GNV Box, Alternativa e Ale Gas. No mês de outubro de 2007, o volume de gás fornecido às empresas de GNC foi da ordem de 2,2 milhão m³/ mês, sendo 1,9 milhão m³ para uso industrial e 244 mil m³ para uso veicular.

O fornecimento da tecnologia em Minas Gerais começou em 2005. Em janeiro, a distribuidora mineira Gasmig iniciou o projeto Vale do Aço, dividido em quatro etapas. A primeira, com 52 km, passa por São Brás do Suaçuí, Congonhas, Conselheiro Lafaiete, Ouro Branco e Ouro Preto. A segunda fase da obra tem cerca de 36 km e atende a Novelis (ex-Alcan), em Ouro Preto. A terceira contempla o atendimento à Belgo Mineira, com aproximadamente 106 km. A quarta etapa tem cerca de 114 km e atenderá a Acesita (Timóteo), Usiminas (Ipatinga) e Cenibra (Belo Oriente). O trecho principal da rede de distribuição de gás natural que irá atender o Vale do Aço, ao todo, tem cerca de 280km de dutos, com investimentos em torno de R$ 200 milhões.

A Gerdau Açominas foi a primeira empresa em Minas Gerais a usar o gás natural comprimido. Em abril de 2005, a empresa passou a receber GNC para ser utilizado em substituição ao gás liquefeito de petróleo (GLP) nos processos siderúrgicos, na Usina Presidente Arthur Bernardes, em Ouro Branco. O gás natural é fornecido pela Gasmig e a compressão e o transporte são de responsabilidade da Igás, em Belo Horizonte. O transporte do GNC é feito através de carretas com cestas móveis, com capacidade de 6 mil m³ de gás, que garantem à Açominas a armazenagem fixa para o consumo enquanto se processa a reposição do gás. As carretas realizam um trajeto de 100 km entre a estação de compressão e as instalações da Gerdau Açominas.

No mês em que iniciou o fornecimento à Gerdau Açominas, foi firmado um contrato de R$206 milhões, entre a Gasmig e a Acesita, prevendo um consumo de 6 milhões de metros cúbicos por mês para a usina de Timóteo (MG) em dezembro de 2007. O gás natural irá substituir o gás liquefeito de petróleo (GLP) em diversos processos industriais da Acesita, que atualmente é a maior consumidora de GLP do país. A economia com a mudança do combustível será de R$ 21,6 milhões por ano e representará também a redução do trânsito nas dependências da Acesita que é de cerca de 16 caminhões de GLP por dia.

Em outubro do mesmo ano, a Ale Gás, subsidiária da Ale Combustíveis, começou os testes de sua base de distribuição de GNC, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A empresa iniciou a operação com a distribuição de 100 mil metros cúbicos de GNC por mês, com a meta de chegar a 1,2 milhão em seis meses, aproximadamente. Conforme o diretor-superintendente da Ale Combustíveis, Cláudio Zattar, a Ale decidiu investir no setor de GNC devido à experiência acumulada no setor de distribuição de derivados de petróleo e por ter uma carteira de clientes que consomem produtos que podem ser substituídos pelo gás natural. Para montar a nova empresa, a Ale investiu R$ 10 milhões. O empreendimento gerou 20 empregos diretos e pode gerar até 500 indiretos. A expectativa da Ale é de que o novo negócio gere um faturamento de R$ 35 milhões.

Já a White Martins, líder no mercado de gases industriais e medicinais da América do Sul, inaugurou em se

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