Geral TN Petróleo 04 junho 2021

MODEC assina com Equinor contrato de engenharia e construção do FPSO para o campo de Bacalhau, BS

A MODEC anuncia que recebeu da Equinor, no dia 1º de junho de 2021, a decisão final de investimento para o desenvolvimento da plataforma que será destinada ao campo de Bacalhau, anteriormente chamado de Carcará, na Bacia de Santos. O FPSO será um dos maiores já desenvolvidos para o Brasil e terá a capacidade de produzir diariamente até 220 mil barris de óleo e 15 milhões de metros cúbicos de gás, com uma capacidade mínima de armazenamento de 2 milhões de barris de óleo.

No ano passado, as empresas firmaram um contrato de engenharia de pré-detalhamento (FEED) referente aos investimentos iniciais. Com a oficialização da segunda fase do projeto, a MODEC prosseguirá com a engenharia, aquisição, construção e instalação (EPCI) da plataforma, bem como o contrato de serviço para a operação e manutenção do FPSO em seus primeiros anos de produção.

A embarcação será a primeira aplicação do M350, modelo de casco novo (new hull) desenvolvido pela MODEC para acomodar topsides maiores, capacidade de armazenamento expandida em comparação com os navios-tanque convencionais e vida útil mais longa. O FPSO também contará com um Sistema de Geração de Energia em Ciclo Combinado, que ajudará na redução das emissões de CO² durante a fase de operação.

A plataforma operará nos blocos de BM-S-8 e Norte de Carcará, no pré-sal da Bacia de Santos, localizado a uma distância de 185 km do litoral do município de Ilhabela (SP). Ela ficará permanentemente em uma lâmina d’água de aproximadamente 2.050 metros e o sistema de amarração será fornecido pela SOFEC, uma empresa do grupo MODEC.

Esta será a 17ª plataforma da empresa destinada ao Brasil e a 9ª projetada para a região do pré-sal. Globalmente, a MODEC possui sete embarcações em construção no momento – cinco delas para o Brasil. Este será o primeiro FPSO desenvolvido pela empresa para a Equinor, que opera o campo em conjunto com a ExxonMobil (40%), Petrogal Brasil (20%) e Pré-sal Petróleo SA (PPSA).