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  Termelétricas - Novidades Tecnológicas
  Autor/Fonte: Pedro Aurélio Teixeira
  Data: 19/07/2012

    GT 2 desenvolve robô para inspecionar caldeiras de térmicas


 

Projeto feito para a UTE Norte Fluminense é único no mundo e vai possibilitar tempo menor e mais segurança nas inspeções

 

A inspeção de usinas está prestes a ganhar mais uma solução, só que dessa vez robótica e automatizada. A GT 2 Energia, empresa que desenvolve estudos e projetos ligados a geração termelétrica, está produzindo um robô capaz de fazer a inspeção de caldeiras horizontais de usinas termelétricas. Sandro Barros Ferreira, diretor da GT 2, conta que o projeto desenvolvido sob encomenda da EDF para a UTE Norte Fluminense tem a marca da inovação. "Ele é um projeto único no mundo e já estamos com um protótipo de robô sendo testado e o teste foi bastante satisfatório", explica.

 

Ferreira conta que o trabalho do robô será o de entrar na caldeira e fazer a inspeção do local, substituindo os inspetores humanos. Eles entram na caldeira sempre em grupo composto por quatro ou cinco agentes e examinam o equipamento, tirando fotos de locais que possam estar necessitando de manutenção. Segundo o diretor da GT 2 , essa mão de obra é cara e altamente especializada, o que vai fazer com que o robô reduza os custos da usina. "Há também o fim do problema associado da segurança, porque os inspetores ficam pendurados em cordas e o robô elimina esse risco do ser humano presente", conta Ferreira.

 

Uma outra vantagem que o projeto desenvolvido pela GT 2 vai trazer para a usina da EDF será a redução do tempo gasto na inspeção. Quando a caldeira é desligada para manutenção, a temperatura está em torno de 600 graus Celsius e os inspetores só podem entrar para inspecioná-la quando essa temperatura alcança os 40° C. Com o robô, essa inspeção pode ser feita com a temperatura em 80 graus. Existe ainda a questão do ritmo do resfriamento final da caldeira, que para chegar até os 40 graus demora quase dois dias.

 

"Apesar de, no primeiro momento de resfriamento, a temperatura cair de 600º para 300º em poucas horas, para chegar de 150º a 40º demora quase dois dias. De 150º até 80º, a temperatura que o nosso robô está apto, é menos de um dia. O robô vai economizar bastante dinheiro para a usina", observa. A GT 2 também desenvolve para a EDF outros produtos.

 

A GT 2, empresa que nasceu em 2009 a partir de um grupo de pesquisa da PUC-RJ, também atua na produção de diagnósticos de máquinas para termelétricas, uma área aonde de acordo com o seu diretor Sandro Ferreira tem havido uma forte demanda de projetos. "Já fizemos quatro projetos de diagnóstico, desde turbinas a gás até trocador e resfriamento. Recentemente fechamos com a Petrobras um contrato para um sistema de diagnóstico para a usina de Cubatão", adianta. Com um faturamento de R$ 2 milhões em 2011, a GT 2 quer em 2012 alcançar os R$ 6 milhões em faturamento.

 

Estudos conceituais para empresas de consultorias têm tido uma forte demanda atualmente para a GT 2. Investidores de usinas de cogeração a gás e biomassa têm procurado a empresa para validação de tecnologias em estágio inicial oferecidas a novos empreendedores desse setor

 

A empresa acabou sendo certificada como notório saber pela Petrobras nessa área, sendo a única apta a fazer o serviço no país. "Houve uma investigação rigorosa da Petrobras a respeito da nossa capacidade, demorou bastante tempo para comprovar a eficiência da empresa e assinar o contrato", explica.

 

Trabalhando com projetos vindos do programa de Pesquisa & Desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) ou da demanda espontânea dos clientes, Ferreira elogia a revisão do manual, mas ressalta que gostaria que a agência fomentasse mais a cultura de P&D entre os agentes, para que eles saibam como lidar com os projetos e eliminar quaisquer tipos de riscos com o fim da avaliação inicial. "O P&D é um fenômeno novo e gera uma insegurança sobre o que é P&D ou não. Talvez a Aneel devesse prover um caminho para que os agentes se sen

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