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Rio Pipeline 2019
(3/9/2019 - 5/9/2019)
Ventro de Convenções Sul América, Cidade Nova, Rio de Janeiro - RJ
IBP - Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis
Horários:
Congresso: 9h às 18h30
Exposição: 12h às 20h

Idiomas:Português e Inglês

 
 
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  Produção - Novidades Tecnológicas
  Autor/Fonte: Danielle Nogueira
  Data: 04/10/2012

    Empresas investem em redução de riscos ambientais


Petrobras desenvolve aço resistente para pré-sal. BG vai monitorar oceanos

Diante dos recentes vazamentos de petróleo no Brasil e no exterior, as empresas do setor estão investindo em novas tecnologias e programas de monitoramento para minimizar o impacto ambiental de suas operações. As iniciativas vão desde o desenvolvimento de material mais resistente às condições de pressão e temperatura do pré-sal até a elaboração de bancos de dados da vida marinha.

A Petrobras, por exemplo, está concentrando esforços no desenvolvimento de um tipo de aço que não trinca mesmo a profundidades superiores a cinco mil metros abaixo do solo marinho. O objetivo é substituir o material usado hoje no revestimento de poços do pré-sal, o chamado super flex, por uma versão mais barata. O super flex já é mais resistente que o aço comum, mas seu custo é de cinco a seis vezes superior.

— Estamos tentando alterar a composição do produto siderúrgico para torná-lo ainda mais resistente e mais barato, com o máximo de conteúdo nacional possível — disse Solange Guedes, gerente-executiva de Exploração e Produção da Petrobras, frisando que o novo material vem sendo desenvolvido em parceria com a indústria siderúrgica e está em fase de testes.

A empresa não divulga o investimento no projeto, mas vem ampliando a aplicação de recursos em projetos ambientais. Em 2011, foi de US$ 1,625 bilhão, ante US$ 1,377 bilhão em 2010 e US$ 984 milhões em 2009. As cifras abrangem projetos do pré-sal e do pós-sal e incluem programas de redução de emissão de resíduos, tecnologias ambientais, capacidade de reação a situações de emergência, entre outros.

Robôs-mergulhadores na Bacia de Santos

Parceira da Petrobras em quatro blocos na Bacia de Santos, a nova fronteira petrolífera no país, a britânica BG está dando especial atenção ao monitoramento de indicadores da vida marinha que lhe permitam ter uma resposta mais rápida a um eventual acidente, evitando episódios como o derramamento de óleo na Baía de Guanabara pela Petrobras em 2000.

Em parceria com a Coppe/UFRJ, a BG desenvolve um programa de observação de oceanos, baseado na coleta de informações por sensores lançados ao mar e por robôs-mergulhadores capazes de alcançar profundidades de até dois mil metros abaixo da superfície do mar. Também serão coletados dados a partir de imagens de satélites que vão monitorar a Bacia de Santos, onde estão as grandes apostas do pré-sal.

— As informações que serão coletadas vão desde a intensidade e direção das correntes marítimas até a presença de plâncton (micro-organismos essenciais no ecossistema marinho). Assim, poderemos entender melhor a dinâmica do oceano — explicou Luiz Landau, professor de engenharia civil da Coppe, que está à frente do programa.

A BG está investindo R$ 20 milhões nesta iniciativa, inédita no Brasil e batizada de Projeto Azul. De acordo com Flávia Adissi, da BG Brasil, as informações ficarão disponíveis à academia em um banco de dados.

O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), que reúne empresas do setor no país, também está empenhado em reforçar os projetos de segurança ambiental. Uma das ações em curso é a negociação para a importação de um equipamento que funciona como um funil invertido. Ele é acoplado

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