GasNet - O Site do Gás Natural e GNV    
Distribuição Produção Legislação Termelétricas GD - Geração Distribuída Novas Tecnologias Cursos & Eventos Instituições

Tenha o GasNet no seu celular

Disponível para iPhone na AppStore

Disponível para Android na GooglePlay

 
 
Rio Pipeline 2019
(3/9/2019 - 5/9/2019)
Ventro de Convenções Sul América, Cidade Nova, Rio de Janeiro - RJ
IBP - Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis
Horários:
Congresso: 9h às 18h30
Exposição: 12h às 20h

Idiomas:Português e Inglês

 
 
Atena Engenharia Leia as histórias do Netinho (nosso mascote) Acesse a nossa seção e saiba tudo sobre GNV Leia as histórias do Netinho (nosso mascote)
  Termelétricas - Express
  Autor/Fonte: TN Petróleo/Gazeta do Povo
  Data: 14/08/2019

    Após abertura de mercado, Siemens analisa 26 projetos com gás natural no Brasil


 A abertura do mercado do gás natural no Brasil, anunciada em julho, faz gigantes como a Siemens se movimentarem para ganhar espaço no setor energético.

Em evento de inovação recentemente, a multinacional alemã anunciou que está analisando 26 projetos termelétricos no Brasil, como o Porto de Açu, no Rio de Janeiro, e que planeja zerar as emissões de carbono globalmente até 2030.

Segundo André Clark, CEO da Siemens no Brasil, os projetos incluem usinas de termogeração a gás natural de alta eficiência, utilizando GNL ou gás explorado do pré-sal, que devem ser executados em até quatro anos. “As emissões de carbono podem cair até 6%”, prevê o executivo.

Em apresentação no Siemens Fórum 2019: Inovação em Foco, em São Paulo, Joe Kaeser, CEO mundial da gigante alemã, revelou também que a Siemens deve investir mais de R$ 2,5 bilhões em projetos de infraestrutura, energia elétrica e óleo e gás no Brasil até 2022. Mas, para isso, ele quer conhecer os principais projetos planejados pelo governo federal.

Em março do ano passado, a Siemens firmou um acordo com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para investir 1 bilhão de euros no país (R$ 4,47 bilhões). Do total, R$ 1,4 bilhão já foi investido em projetos de energia elétrica, incluindo a aquisição de 20% da Micropower-Comerc empresa de armazenamento de baterias, operação divulgada na segunda-feira (5/8).

O valor bilionário também contabiliza a construção e operação de uma usina térmica de gás natural de 1.300 megawatts no porto do Açu, no Rio de Janeiro — projeto no qual a Siemens entrou como sócia da Prumo Logística e da petroleira BP, com participação de 33%.

Inovação

Para atender a demanda de infraestrutura no Brasil, a Siemens possui sete centros de pesquisa e desenvolvimento, que criam tecnologia principalmente para o setor elétrico. Os hubs estão localizados próximos a universidades em Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Jundiaí (SP), Manaus (AM) e Canoas (RS). “Temos 300 pessoas atuando nesses centros. A população dobrou nos últimos dois anos”, calcula Clark.”

Em junho, a Siemens inaugurou o MAC (MindSphere Application Center), espaço para pesquisa e desenvolvimento de soluções digitais em Jundiaí, interior de São Paulo. O hub também prevê programas com universidades e startups que contribuam com métodos ágeis de desenvolvimento de projetos. “A cibersegurança está no centro do setor de P&D da empresa. O Brasil está avançado em segurança, mas os riscos crescem na mesma proporção, compara Clark.

Globalmente, a Siemens fundou em 2016 a Next 47, unidade separada da multinacional para fomentar ideias disruptivas e acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias, principalmente por meio de parcerias e aportes em startups.

O diretor da Next 47 aponta que, entre os investimentos já realizados, estão a Markforged, que fabrica impressoras 3D para fibras de carbono e aço inoxidável; a Turvo, de logística, e a Claroty, de monitoramento de sistemas.

 

 

 
Compartilhe este texto com seus amigos:
 



  Gasodutos
  Cogeração
  GNC

Informa Group

  CopyRight © GasNet - 2013