GasNet - O Site do Gás Natural e GNV    
Distribuição Produção Legislação Termelétricas GD - Geração Distribuída Novas Tecnologias Cursos & Eventos Instituições

Tenha o GasNet no seu celular

Disponível para iPhone na AppStore

Disponível para Android na GooglePlay

 
 
Atena Engenharia Leia as histórias do Netinho (nosso mascote) Acesse a nossa seção e saiba tudo sobre GNV Leia as histórias do Netinho (nosso mascote)
  Geral - Express
  Autor/Fonte: TN Petróleo/Agência Brasil
  Data: 10/09/2019

    Primeiro leilão da Oferta Permanente no ano teve 33 blocos arrematados


 O primeiro leilão da Oferta Permanente, realizado hoje (10/09/2019), pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), terminou com 33 blocos arrematados nas bacias Sergipe-Alagoas, Parnaíba, Potiguar e Recôncavo, e mais 12 áreas com acumulações marginais, nas bacias Potiguar, Sergipe-Alagoas, Recôncavo e Espírito Santo.

O bônus total arrecadado com os blocos exploratórios foi de R$ 15,32 milhões, com ágio médio de 61,48%. A previsão de investimentos é de R$ 309,8 milhões.

Nas áreas com acumulações marginais, também levadas ao leilão desta terça-feira (10/09/2019), o bônus total somou R$ 6,98 milhões, com ágio médio de 2.221,78% e previsão de R$ 10,5 milhões em investimentos. A ideia é facilitar o investimento. Essa atividade é que vai gerar royalties, arrecadação e empregos. Acho que o número de contratos é significativo para a gente ter hoje nessas áreas, disse o diretor-geral da ANP, Décio Oddone.

Para Oddone, entre os fatores positivos da sessão pública do 1º Ciclo da Oferta Permanente está a diversificação de empresas vencedoras, com participação das de pequeno porte. “É muito positivo. Várias empresas de pequeno porte, algumas novas para o público, aparecendo. É exatamente o que a gente estava esperando”, disse.

É o início de uma jornada, e espero que essa jornada seja cada vez mais bem-sucedida, disse.

Mercado

Odonne destacou que no leilão desta terça-feira (10) quem se manifestou foi o mercado e não a ANP, “e isso ocorreu porque as condições estavam dadas para este tipo de manifestação”. Segundo ainda o diretor da ANP, foi importante o modelo adotado. Acho que o mais importante é o mecanismo adotado. Mudou o modelo. Antes, a ANP escolhia quais as áreas que achava interessante e sempre era um número limitado de áreas. Não necessariamente eram as áreas em que o mercado achava potencial. O grande mérito da oferta permanente é a inversão do mecanismo. Agora, quem decide quais são as áreas que interessam é quem está interessado nas áreas e não o poder concedente, explicou.

De acordo com Odonne, o investidor agora tem mais tempo de analisar as oportunidades e escolher em qual pretende adquirir. Disse ainda que o novo modelo de licitação de oferta permanente de um portfólio de blocos e áreas com acumulações marginais para exploração e produção de petróleo e gás natural, permitiu a participação de empresas menores.

A gente tem hoje um conjunto de 600 blocos que já estão disponíveis na oferta permanente. Esse conjunto vai ser ampliado para 2.000 blocos, aproximadamente. A próxima onda vamos lançar no início do ano que vem. Depende de processos internos da ANP de aprovação dos blocos e de licenciamento prévio de órgãos ambientais. O ano que vem esse estoque aumenta, adiantou.

Em alguns anos, vamos ter todo o território brasileiro, em terra em bacias sedimentares, todas sob o regime de oferta permanente e todas offshore que já foram ofertadas, acrescentou.

Oddone lembrou que este foi o primeiro leilão em 20 anos sem a participação da Petrobras, e ainda assim se mostrou um sucesso. Ele disse que não se pode comparar com a dimensão do pré-sal, mas nos leilões realizados de 2017 até agora, houve 72 blocos contratados e apenas nesta terça-feira (10/09/2019) foram 33 blocos e 12 áreas com acumulações marginais. É absolutamente simbólico, observou.

A secretária interina de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, Renata Isfer, disse que o resultado é muito positivo, na perspectiva da importância de se fazer uma revitalização no setor e estimular a produção onshore. “Acaba que com os olhos de todo mundo no pré-sal, ela ficou meio de lado, sem ter tido muitos avanços nos últimos tempos, mas a gente vê que há um potencial grande do Brasil e, além disso, é muito bom para a geração de empregos e desenvolvimento da indústria do próprio país. Isso está muito alinhado e esse resultado foi de extremo sucesso. Tivemos 10 empresas diferentes que ganharam no leilão. A gente teve 33 blocos e um grande valor. Foi tudo muito positivo”, disse à Agência Brasil.

Otimismo

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que participou da abertura do leilão, disse que ficou satisfeito com o primeiro leilão do ano. Claro que estou satisfeito. É o primeiro leilão de petróleo e gás deste ano e tivemos duas ofertas vencedoras, uma onshore e outra offshore. Isso vai de encontro com os programas e com as políticas do Conselho Nacional de Política Energética. Acho que está dando tudo certo, disse ao deixar o leilão após as primeiras aquisições.

Sobre os próximos três leilões previstos para outubro e novembro de 2019, o ministro também se mostrou otimista. Serão um sucesso e isso mostra também que o novo mercado de gás já apresenta resultados quando a gente vê a Eneva empresa brasileira integrada de energia que atua nos setores de geração, exploração e produção de petróleo e gás natural e comercialização de energia elétrica, lá do Maranhão, ofertando e ganhando, destacou.

 

 

 

 

 

 

 

Compartilhe este texto com seus amigos:
 



  Gasodutos
  Cogeração
  GNC

Informa Group

  CopyRight © GasNet - 2013