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  Geral - Express
  Autor/Fonte: Sindcomb Notícias/ O Globo
  Data: 28/11/2019

    Investimentos movidos a gás natural


O Rio de Janeiro tem campo aberto para ampliar a produção e a utilização de gás natural, alinhado ao governo federal no objetivo comum de tornar realidade o novo mercado do combustível. O estado responde pela produção de 76 milhões de metros cúbicos por dia (57% do total nacional), e tem potencial para um incremento de até 70% na próxima década, num cenário de estímulo à concorrência, remoção de barreiras fiscais e integração com o setor elétrico.

A expansão do uso do gás promete ir muito além do aumento do consumo do GNV e da geração térmica de eletricidade, na qual o estado também ocupa a liderança nacional. No Novo Mercado do Gás, dinamizado pela atuação de produtores, processadores, transportadores, distribuidores e grandes consumidores, a expectativa é de que o combustível seja adotado por diversos segmentos da indústria fluminense, como nas áreas de petroquímica, fertilizantes, vidro e aço.

Para incentivar a utilização do gás, o governo estadual estuda o diferimento de ICMS para a compra do combustível destinado a projetos de geração térmica — medida já adotada por São Paulo e Bahia. A diretora do Departamento de Gás Natural do Ministério de Minas e Energia, Symone Christine Araújo, destaca a importância dos avanços em curso no Rio de Janeiro em direção às mudanças preconizadas pelo programa do governo federal.

— O que se pretende é a construção de um ambiente favorável à competição e aos investimentos, eliminando barreiras de entrada e aperfeiçoando a regulação dos monopólios. Ao mesmo tempo, é fundamental eliminar barreiras e ineficiências tributárias, que limitam a participação de agentes no mercado e geram distorções que resultam em aumento do custo do gás — afirma Symone, que defende a integração com o setor elétrico e a indústria, para impulsionar a demanda pelo combustível.

A abertura do mercado do gás natural pode reduzir custos energéticos na indústria.

— A principal questão é a concorrência no fornecimento do gás — assinala a gerente de petróleo, gás e naval da Firjan, Karine Fragoso.

Na transição para o cenário de competitividade, a boa receptividade dos agentes do setor diante dos esperados desinvestimentos da Petrobras, necessários à nova estrutura do mercado, será decisiva. A Petrobras firmou com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), em setembro de 2019, compromisso para a venda de participações acionárias em empresas de transporte e distribuição do combustível.

— O objetivo é preservar e proteger as condições concorrenciais, visando à abertura do mercado brasileiro de gás natural e incentivando a entrada de novos agentes — afirmou a empresa em nota à imprensa. A companhia comprometeu-se também a desenvolver várias outras ações em favor da abertura do mercado.

É fundamental eliminar barreiras e ineficiências tributárias, que limitam a participação de agentes no mercado e geram distorções que resultam em aumento do custo do gás 

SYMONE ARAÚJO MME

Na transição para o cenário de competitividade, a boa receptividade dos agentes do setor diante dos esperados desinvestimentos da Petrobras, necessários à nova estrutura do mercado, será decisiva.

 

 

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